Os mercados de energia voltaram a colocar o BCE em foco, com os traders cada vez mais inclinados para uma perspetiva de taxas mais altas por mais tempo, à medida que os riscos de inflação começam a ressurgir. A recente recuperação dos preços do petróleo, com o crude a voltar a ultrapassar os 100 dólares, provocou uma mudança notável nas expectativas, com os mercados agora menos confiantes de que os cortes de taxas chegarão tão rapidamente como anteriormente se pensava.
A recente queda do ouro destaca uma mudança no comportamento do mercado. Apesar do aumento das tensões geopolíticas, os investidores estão se afastando dos ativos tradicionais de refúgio seguro e migrando para a liquidez, com a demanda por dólar americano e o aumento dos rendimentos impulsionando a ação de preços no curto prazo.
Os preços do ouro subiram quase 2% hoje, levando o preço do ouro à vista ao máximo de três semanas em $5,175/oz, à medida que os investidores migraram para ativos de refúgio em meio ao aumento da incerteza global.
O ouro avançou para novas máximas intradiárias e de fecho perto de US$ 5.100 por onça, prolongando um rally que ganhou forte impulso nas últimas semanas. Os preços à vista tocaram brevemente US$ 5.110,50, mostrando que os compradores ainda estão dispostos a entrar mesmo com os preços em níveis recordes, já que a incerteza nos mercados mantém a procura por ouro firme.
Os preços do ouro dispararam para novos máximos históricos na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, com o ouro à vista a ultrapassar os 4.600 dólares por onça durante as negociações iniciais na Ásia e na Europa. O movimento coroou um início de semana forte para os metais preciosos e refletiu uma mudança clara no sentimento dos investidores, à medida que a incerteza em torno da economia global e o aumento das tensões geopolíticas empurraram mais capital para ativos tradicionalmente considerados seguros.